quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Quer ser um voluntário?



Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz!

Não basta só estar de acordo com as atitudes solidárias. O mundo precisa de mais do que olhares penalizados. É preciso vontade de mudar, garra e muito comprometimento!

Comprometimento esse, com a vida, bem-estar, com os sentimentos do próximo. Solidariedade frente a necessidade de cada um... o voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

Talvez você não tenha tempo, nem disponibilidade para se fixar em algum trabalho voluntário...

Não tem problema. Qualquer sinal de ajuda e interesse é válido! Mesmo que exporadicamente,cada um é voluntário a seu modo.

É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.


Quem tiver interesse em participar do trabalho voluntário Projeto Vida Nova, é só aparecer qualquer dia. Toda visita é super bem recebida e as crianças adoram.


"Com certeza quem for lá, vai perceber o quanto faz bem ajudar as pessoas. E sobre o trabalho voluntário, o pessoal é da Ong é muito flexível, você diz qual é o melhor dia e horário, que tipo de idade você tem maior facilidade de trabalhar e vontade de ajudar, o resto é com eles.", diz a voluntária Mariana Gasparetti.
Para os interessados, fica o endereço do Projeto Vida Nova :
Rua Pr Jerônimo Granero Garcia, 07 - 05890-140 - Jd. Amália - São Paulo - contato@vidanovapravoce.com.br





...Enfim: Agindo!


Quantas vezes nós mesmos pensamos ou ouvimos pessoas expressando sua vontade de ajudar ao próximo? E por quantas vezes, todas essas idéias, e pensamentos ficam por isso mesmo né...

Isso é mais comum do que se imagina! Foi assim um dia com a voluntária do grupo Projeto Vida Nova, de 21 anos, Mariana Jurandir Gasparretti. Hoje ela coordena duas oficinas do projeto e nos deu uma entrevista sobre vários aspectos da ONG.




Como você descobriu a ONG Projeto Vida Nova?


Uma amiga minha que já era voluntária me convidou para conhecer, e gostei tanto do que vi que acabei indo mais vezes, à medida que isso foi acontecendo conheci outros voluntários e a direção do Vida Nova que me propôs ser uma das voluntárias, e eu aceitei.

Quais atividades você exerce?


Então, o projeto se divide em diversas oficinas, cada uma delas recebe o nome de uma cor, e trabalha com crianças de determinada idade. Eu coordeno a oficina azul, com crianças de 8 a 11 anos, trabalhamos com atividades lúdicas e materiais recicláveis. Também contribuo na coordenação da oficina verde que é de música e basicamente trabalha uma orquestra de sucata, com adolescentes, e lá eu fico tocando porque de música não entendo nada (rs...).

Qual o objetivo dessa ONG?


Acredito que é levar um pouco de esperança para uma comunidade muito carente e cheia de problemas como a do Jardim Amália.

Você acha que esse trabalho realmente surte efeitos visíveis dentro das famílias dessas crianças e jovens?

Se não acreditasse com certeza não faria parte disso. No lugar onde a Ong está inserida não há nada que ofereça atividades para aquelas crianças, nada que possa utilizar seus tempos livres em algo produtivo, eu creio que é nessa hora que eles se deparam com a criminalidade.

Fazendo parte e trabalhando nesse projeto,você consegue perceber quais são os principais problemas que essas famílias sofrem?


Existem muitos problemas naquela região, uns que infelizmente nem a Ong conseguiria solucionar como uma infra-estrutura adequada para aquelas famílias há diversos córregos poluídos, falta asfalto, transporte, segurança. Mas acho que o pior problema lá é a falta de perspectiva, não há boas escolas, cursos profissionalizantes, parques e quadras suficientes. Outro dia ouvi de um menino que na comunidade ou você se torna “peão” (trabalhos braçais em geral) ou entra pra criminalidade, e na busca por dinheiro fácil a maioria opta pela segunda opção. A maioria descrê que um dia possa sair dali e morar em lugar melhor. Isso é muito triste.

Na sua opinião, o que o Estado poderia fazer para solucionar esses tipos de problema?


Tudo, o Estado tem muito trabalho por lá. E sei que fazer tudo de uma vez é quase impossível, então se eu pudesse escolher, seria educação, ajudaria a diminuir o número de jovens pais, dando-lhes maior perspectiva de estudos e trabalho. Essa melhora na educação com certeza refletiria na comunidade ao longo dos anos.

Quais são as dificuldades que uma ONG enfrenta para realizar seu trabalho?


A falta de recursos para atender TODAS as crianças da comunidade.

Qual é a sua visão sobre a mobilização solidária das pessoas quando se trata de ajudar em trabalhos voluntários?


Creio que melhorou muito, até porque hoje a sociedade valoriza essas pessoas, mas ainda o número é muito baixo de gente que se dispõe a perder um tempo para ajudar os outros. As pessoas ainda preferem ajudar com doações, o que também é válido.

Quantos voluntários colaboram com essa ONG? Você acha esse número suficiente?

Não sei exatamente o número porque saem e entram voluntários o tempo todo. Mas acho que nunca vai ser suficiente, não recusamos nenhum tipo de ajuda.

Como são feitas as divisões das atividades?


O critério é a idade, cada criança participa de atividades relacionadas à sua faixa etária. Os pequenos, por exemplo, de 2 a 5 anos, trabalham com a imaginação, eles desenham, cantam ouvem histórias. Já os maiores não têm como agradar a todos com os mesmos mecanismos então para cada grupo de idade tentamos manter duas oficinas pelas quais eles podem escolhem qual quer participar.

Mudou alguma coisa no seu modo de pensar sobre alguns assuntos, durante essa experiência?


Mudou totalmente, compreendi, apesar de continuar achando errado, porque há tanta criminalidade em nosso país. Aprendi que há muitos talentos que só estão à espera de uma oportunidade, e pode até parecer clichê, mas dou hoje mais valor a minha família e a todo o investimento que fizeram em mim para que eu tivesse uma vida confortável. Minha vida é perfeita perto da de muita gente do Jd. Amália.


Qual o esquema que a ONG monta para arrecadar fundos de colaboração?


Temos colaboradores fixos, que ajudam com quantias mensais, mas ainda são poucos. E parceria com algumas empresas e supermercados que contribuem para que o projeto continue a funcionar.

Quais os próximos projetos e festas de arrecadação?


Provavelmente só no ano que vem agora!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008



A Ong Jd. Amália Melhor é um projeto de ação social que busca construir junto às pessoas atendidas uma perspectiva de cidadania e possibilidades de uma vida mais justa. Esta população, que compreende mais de 270 crianças, jovens e adultos do Capão Redondo, participa semanalmente de seis oficinas dividas por faixas etárias. Nelas é estimulado o pensamento criativo, o desenvolvimento motor, a geração de renda através de trabalhos manuais, o aprendizado de diversas formas de arte e, principalmente, o conhecimento de Deus e seu amor. Com isso, o projeto busca mostrar as alternativas que existem frente às situações de miséria, exclusão e violência com as quais estas pessoas convivem diariamente.

Missão

Construir junto às pessoas atendidas melhores perspectivas de vida, promovendo cidadania da terra ao céu.

Objetivo

Estimular o pensamento criativo, o desenvolvimento motor e psico-afetivo, a geração de renda através de trabalhos manuais, o aprendizado da musica e outras formas de arte e principalmente o conhecimento de Deus e Seu amor, buscando assim, mostrar as alternativas que existem frente às situações de miséria e exclusão com as quais estas pessoas convivem diariamente.




Deborah Nikaido


20 e poucos anos me tornam ainda mais viva quando sento a transpor minhas idéias. Sempre quis ter 20 e poucos anos.
Em parte, esse pouco tempo mais parece mil décadas de pouquíssimas coisas interessantes, com direito a uma esperança inútil prometendo uma salvação se me comportar direito até o fim. Por outro lado, posso afirmar que já vivi em poucas linhas, algumas dezenas de aventuras dignas de um bom filme!
Sou estudante do segundo semestre de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi, trabalho com assessoria de imprensa em uma produtora de entretenimento e conteúdo audiovisual e essas duas atividades já ocupam 90% das horas do meu dia.
Gosto de escrever e junto às minhas amigas de classe, pretendo utilizar esse blog como ferramenta para exercitar meu hobby preferido. Além disso, o assunto abordado aqui é de cunho social e muito nos agrada. Como futuras jornalistas, nosso objetivo também é informar. Espero que gostem e venham nos visitar sempre.
Enjoy*






Claudia Cabral


Da bagunça imatura do colegial para estudante de jornalismo da Anhembi morumbi, muitos episódios se passaram,muitas dúvidas,decepções,irresponsabilidades...coisas de adolescente indecisa.Dona de uma sensibilidade quase dramaticamente exagerada, uma das minhas maiores paixões sempre foi escrever. Escrever liberta a alma, é por onde criamos um mundo paralelo ao nosso. Então em meio a minha tragetória,aos atuais 21 anos, tive uma luz: Jornalismo!Hoje sei que não há nada melhor do que fazer o que se gosta. A sensação de encontrar consigo mesmo.Temos o dever de informar de forma verdadeira. Dando a ferramenta necessária para que se possa mudar o mundo a nossa volta. Podemos dar asas ao senso crítico. Com esse blog temos o objetivo de mostrar um novo ideal! Beijos a todos!








Ana Carolina Ribeiro

Tenho vinte anos e sou estudante de Jornalismo, na Universidade Anhembi Morumbi. Trabalho com consultoria financeira e adoro ler, dançar e estar com as pessoas que eu gosto.
Entre minhas ambições a principal é desenvolver uma carreira sólida e vitoriosa e me tornar uma grande jornalista.
Em relação a esse projeto, eu estou animada pois é um desafio e trata de um tema bem díficil. Com o blog eu pretendo estar mais envolvida com os problemas sociais e ter uma participação mais ativa, parando de querer participar de uma ONG e enfim, agindo.